Indice del artículo
Jornalismo de bolso: a produção de notícias para a blogosfera a partir de telefones móveis
Introdução
2. Reflexões sobre a blogosfera
3. Jornalismo Transmídia
O blog e as transnotícias
5. Considerações
BIBLIOGRAFÍA
Todas las páginas

image O campo da comunicação, em especial o Jornalismo, tem sofrido diversas alterações desde o surgimento da tecnologia digital, e de suas conseqüentes evoluções. A Internet, a telefonia móvel e os recursos digitais provocaram na sociedade e na prática do setor diversas singularidades que contemplam uma característica fundamental e pós-moderna, de acordo com os conceitos de Bauman (2001): a mobilidade.


Dr. Denis Porto Renó
Universidade Federal de Ouro Preto - Brasil
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Revista 2- Año 1, (Abr-2011-Jun-2011)

ISSN 2173-6588

Resumo

As tendências do Jornalismo têm se alterado a cada descoberta de uma nova tecnologia e a cada utilização desta pela sociedade de usuário e as atuações deste Jornalismo e a sua forma de fazer sofrem atualizações de acordo com estas novidades, mas ainda não contemplam uma linguagem no campo da narrativa transmídia. Este artigo apresenta resultados iniciais de uma pesquisa maior sobre a produção de Jornalismo Transmídia a partir de telefones celulares. Os resultados desta etapa do estudo apresentam viabilidade de produção e peculiaridades no que se refere à linguagem jornalística para esta configuração comunicacional.


Palavras-chave: Comunicação; Jornalismo; Transmídia; Blogosfera; Novas Tecnologias Digitais.


Abstract

Abstract
The trends of Journalism have been changed every discovery of a new technology and use each this user by society and the duties of Journalism and the way they do suffer updates according to these announcements, but not yet include language in the field of narrative transmedia. This paper presents initial results of a larger research on the production of Journalism transmedia from mobile devices called cell. The results of this present feasibility study stage of production and peculiarities with regard to language Journalistic communication for this configuration.


Keyword: Communication, Journalism, Transmedia; Blogosphere; New Digital Technologies


Introdução

O campo da comunicação, em especial o Jornalismo, tem sofrido diversas alterações desde o surgimento da tecnologia digital, e de suas conseqüentes evoluções. A Internet, a telefonia móvel e os recursos digitais provocaram na sociedade e na prática do setor diversas singularidades que contemplam uma característica fundamental e pós-moderna, de acordo com os conceitos de Bauman (2001): a mobilidade.

Através de dispositivos móveis, a produção de notícias ganha força, pois torna-se mais acessível, pois, além de captar as imagens, alguns aparelhos de telefonia também oferecem ao jornalista a possibilidade de postar suas notícias em tempo real, e em ambientes de distribuição acessíveis via Internet, com especial atenção à blogosfera, como discutem Dan Gillmor (2005) e Henry Jenkins (2009), este último dedicado à narrativa transmídia. Contudo, a característica mais marcante destes meios é a mobilidade, discutida de forma inovadora por Augé (2007).

O objetivo deste estudo foi analisar, apurar e avaliar o papel da blogosfera e das novas tecnologias digitais no que diz respeito à produção e à publicação de notícias, com a agilidade e a mobilidade oferecidas.

A metodologia adotada foi composta pelas pesquisas bibliográfica e participativa (esta fortalecida como método de investigação entre 1980 e 1990 e que vive atualmente uma retomada de aceitação na academia), e seus resultados revelam  uma premissa do cenário da produção jornalística a partir de dispositivos móveis com a tecnologia disponível, atualmente. Dentre os aspectos de envolvimento do pesquisador neste tipo de pesquisa, o mais marcante é que o pesquisador se insere no processo e acompanha e vivencia os procedimentos. Também foi adotado o método quase-experimental, proporcionando os primeiros resultados de um projeto de pesquisa em desenvolvimento, que propõe o estudo da forma e das limitações em se produzir notícias de narrativa transmídia a partir de telefones móveis para jornais eletrônicos com estruturas de base de dados e para a blogosfera.

Para isso, notícias foram produzidas a partir de telefones móveis de tecnologia 3G com sistemas operacionais Mac OS (iPhone) e Symbian (Nokia) e postadas, a partir dos aparelhos num blog de caráter acadêmico. Foi desenvolvido o blog http://www.jornalismodebolso.blogspot.com, destinado a postar as notícias produzidas com narrativas transmídias, testando, inclusive, as limitações em realizar estas tarefas. A partir desta experiência foi possível mensurar as possibilidades de produção jornalística a partir de telefones móveis para a Internet, detectando, inclusive, as atuais limitações. Dentre as possibilidades, foram exploradas linguagens hipermídiaticas, a partir da utilização de vídeos e fotos totalmente produzidas pelo dispositivo móvel, inclusive a edição do vídeo. O processo de postagem e divulgação também foi realizado pelo dispositivo móvel, a partir de um aplicativo específico para a tarefa.

Com o conteúdo já produzido e uma análise da experiência de produção e postagem foi desenvolvido um relato do experimento. Com a conclusão desta pesquisa, obtivemos informações relacionadas a esta nova realidade no campo da comunicação, onde o não-lugar (AUGÉ, 2007) passou a ser a referencia geográfica adotada, tanto na leitura como na produção de notícias.


2. Reflexões sobre a blogosfera


A comunicação, no que tange espaços para difusão de conteúdo, ganhou um novo aporte desde a web 2.0, em especial com os blogs e o YouTube, graças à criação de canais comunicacionais particulares, mas também abertos ao público em geral. A partir dessa arquitetura comunicacional é possível que uma pessoa ou grupo possa ter seu próprio canal de comunicação, com layout específico e uma oferta de conteúdo de acordo com seus interesses e necessidades.

Mas este novo espaço também mudou o modelo dos visitantes como usuários ou participantes, ao apresentar a possibilidade de intervir nas discussões dos conteúdos, que resulta na interatividade. Através desta, há uma participação envolvida com os interesses dos grupos de interessados, que acabam por reconduzir as discussões.
Outra possibilidade com este novo suporte tecnológico tem sido a exibição ou criação de canais audiovisuais pessoais, institucionais ou por grupos na rede, que permitiram criar seus espaços e exibir seus conteúdos sem custo nenhum, ou seja, sem ter que criar um espaço virtual com sua própria tecnologia. Uma destas possibilidades está no YouTube, onde é viável criar um canal de exibição sem custo e relacionar os vídeos aos blogs, ou seja, os grupos podem criar uma mensagem hipermídia, com narrativa horizontal e com a possibilidade de interatividade, assim como a oferta de uma construção de programação para os usuários, de acordo com as idéias de Vilches (2003) sobre a “nova televisão” com a migração digital, onde as pessoas querem criar seus próprios conteúdos ou programações.

A blogosfera é a linha de uma nova realidade para as produções pessoais, independentes. Sem dúvida, com os espaços virtuais abertos pela blogosfera e a rede de comunicadores oferece uma maior difusão das produções, assim como as idéias desenvolvidas por eles. Com este olhar, é possível crer que a blogosfera é responsável por um novo cenário audiovisual no mundo, pois agora é possível criar um espaço e difundir suas obras e abrir a possibilidade para os comentários e avaliações dos que se interessem por estas obras.

Mas isto só é possível graças à web 2.0, que apresentou a possibilidade de ter uma maior condição de interatividade e participação na elaboração de conteúdo para a Internet. Estes conteúdos são produzidos pela sociedade que se organiza de acordo com seus interesses em comum, o que Castells (1999, p.566) define como “Sociedade em rede”.

Redes são estruturas abertas capazes de expandir de forma ilimitada, integrando novos nós desde que consigam comunicar-se dentro da rede, ou seja, desde que compartilhem os mesmos códigos de comunicação (por exemplo, valores ou objetivos de desempenho).

Estas redes são criadas de acordo com os desejos de seus usuários envolvidos, que desenvolvem seus conteúdos digitais, proporcionados pelas novas tecnologias, que agora possibilitam a participação direta dos usuários nos processos de produção. É uma característica da sociedade pós-moderna, que agora quer uma participação nos processos comunicacionais.

Esta condição de desejo pela produção de conteúdo comunicacional ganha força quando estes produtos são audiovisuais. De acordo com Vilches (2003), a sociedade atual tem como característica fundamental a decisão de assistir os conteúdos desejados, a construção de sua programação pessoal, de acordom com suas aspirações e gostos. Isto amplia a força de sites como o YouTube, que é a preferência de muitos jovens ao ter que optar entre a Internet e a televisão, de acordo com Renó (2007).

A linguagem audiovisual é, dentre todas as linguagens disponívels para a web 2.0 e pela blogosfera, a melhor, pois apresenta uma maior proximidade com a realidade, por sua imagem em movimento, com sons, com efeitos presentes nas comunicações desde a criação do cinema. E com o desenvolvimento da web 2.0, agora é possível fazer uma repercussão de um acontecimento por si mesmo, o que amplia a participação da sociedade neste processo, não somente dos jornalistas ou repórteres. Graças à web 2.0 foi também possível ampliar os espaços de difusão pela rede, e agora a televisão não é mais a única opção.

Um importante espaço de encontro entre usuários está localizado nas diversas redes sociais desenvolvidas, especialmente o Facebook e a blogosfera, inclusive o microblog Twitter, que possuem pertinente difusão e oferecem recursos diversos para sua utilização. Estes espaços, denominados não-lugares por Augé (2007), são o ponto-de-encontro dos grupos de imigrantes. Também é fundamental para esta análise a observação do conteúdo dos blogs com relação à transmídia, que para Jenkins (2009, p.384) se explica como:

Histórias que se desenrolam em múltiplas plataformas de mídia, cada uma delas contribuindo de forma distinta para nossa compreensão do universo: uma abordagem mais integrada do desenvolvimento de uma franquia do que os modelos baseados em textos originais e produtos acessórios.

As redes sociais possuem como características a customização do ambiente, seja no visual ou nas informações. A utilização de espaços para postar fotografias também é frequentemente utilizado, pois desta forma o ambiente fica com o aconchego da sala de visitas de uma casa, ou seja, com os principais registros fotográficos em exposição. Porém, os recursos seguem adiante, como a publicação de vídeos e o desenvolvimento de diálogos entre os amigos virtuais, ampliando ainda mais a sensação de um lugar real virtual (AUGÉ, 2007).

Dan Gillmor (2005) define a sociedade contemporânea, quando possui endereço na blogosfera, como os detentores da mídia. A partir da possibilidade de construir um endereço virtual na blogosfera, o usuário deixa de ser receptor e passa a ser emissor. O leitor, por sua vez, assume o papel de colaborador, ou coautor do conteúdo (RENÓ, 2010). Dessa forma, o leitor também é detentor da mídia.


3. Jornalismo Transmídia

Esta pesquisa possibilitou a experimentação de uma nova linguagem jornalística que está por surgir, ou por consolidar-se nas redações: o Jornalismo Transmídia, fusão da terminologia apresentada por Henry Jenkins com a prática jornalística.
O Jornalismo Transmídia vem a ser uma forma de linguagem jornalística que contempla ao mesmo tempo diversas mídias, com diversas linguagens e narrativas a partir de diversos meios e para distintos usuários, graças à interatividade na recepção da mensagem. Para tanto, são adotados recursos audiovisuais, de mobilidade e interativos e sua difusão a partir de mídias diversas, como blogs e redes sociais. Para este experimento, foi adotado um diferencial tecnológico que amplia a ação do jornalista, além de reduzir o tempo desde a apuração e o registro do fato até sua difusão: a telefonia móvel. Porém, para a sua produção, é necessário que o jornalista possua conhecimento de tecnologia multimídia e de linguagem interativa, utilizada na construção da narrativa da notícia.
O diferencial do Jornalismo Transmídia é que com essa narrativa é possível aproveitar as possibilidades comunicacionais presentes na sociedade pós-moderna, onde a mobilidade e a liquidez de estruturas, ou seja, a interatividade, assumem papéis importantes no campo da comunicação, como o de envolver e atrair o receptor para a interpretação participativa da mensagem.
Esta terminologia vem a complementar o conceito de narrativa transmídia, difundido por Jenkins (2009) e adotada por diversas linhas de pesquisa sobre comunicação, atualmente. Contudo, tal proposta enfrenta dificuldades consideráveis, pois envolve limitações tecnológicas e também de arquitetura da informação, quando se pretende desenvolver narrativas interativas.
Para tanto, é fundamental imaginar uma roteirização da notícia, desenvolvida a partir de um texto. Contudo, o texto serve como base para uma leitura projetada com o auxílio de um fluxograma algorítmico circular rizomático (cf. Figura 1), que segue o conceito de rizoma defendido por Deleuze. (RENÓ, 2010).


Figura 1 – Fluxograma Algorítmico Circular Rizomatico

Nesta estrutura, é possível e viável a ligação narrativa entre todos os fragmentos comunicacionais (vídeo, foto, link externo) presentes no texto base. Dessa forma, a navegabilidade é oferecida para o receptor, que se transforma em coautor da construção narrativa.


4. O blog e as transnotícias

Para o desenvolvimento desta pesquisa, criou-se um blog onde o conteúdo jornalístico transmídia foi publicado. O blog serviu de ambiente de armazenamento de notícias, além de proporcionar o experimento de produção de conteúdo jornalístico transmídia, assim como a sua divulgação. Para tanto, optou-se pela plataforma Blogger, de forma aleatória e por conveniência. Definiu-se um layout simples, com cores claras e fonte arial em preto, e pouca informação visual além do necessário (cf. Figura 2).

Figura 2 – Layout do blog

O segundo passo para o desenvolvimento do blog foi a produção de conteúdo. Para tanto, utilizou-se o telefone celular iPhone 3GS, que na ocasião do início da pesquisa era o modelo mais avançado da marca. Contudo, foram encontradas algumas limitações, já que o objetivo da pesquisa era produzir todo o conteúdo a partir de telefones celulares. Também foi testado e utilizado em algumas matérias o telefone celular Nokia Navigator, que utiliza o sistema operacional Symbian, mas o mesmo demonstrou inferioridade nos quesitos praticidade e recurso (cf Figura 3). Contudo, é um aparelho mais barato e pode ser adotado como ferramenta para jornalistas móveis.


Figura 3 – Publicação realizada a partir de Nokia Navigator

A partir da definição do equipamento, iniciou-se a produção de notícias, e com isso os obstáculos apareceram. A primeira dificuldade relacionou-se à digitação de textos. O teclado, de pequena dimensão, ofereceu dificuldade no início, mas tal problema foi superado com o tempo. A segunda dificuldade foi a postagem de fotos, impossibilitada pelo acesso tradicional ao painel de controle da Blogger. Contudo, um aplicativo comercializado para iPhone, o Blog Press, não somente resolvia o problema como também facilitava diversas outras atividades de postagem, como o envio de vídeos e a divulgação de postagens em redes sociais, como o Facebook e o Twitter.

Porém, uma das experiências mais importantes neste processo foi a divulgação. A utilização de redes sociais e a estrutura rizomática da informação demonstraram ser fundamentais para este formato de linguagem jornalística. Contudo, o jornalista, ao produzir a matéria, ou mesmo ao definir a pauta, deve levar em conta uma diversidade de linguagens que em conjunto oferecem um discurso, e também pensar na divulgação deste conteúdo por redes sociais, convidando a audiência à leitura.
Dentre os ambientes utilizados, o mais eficaz foi o Facebook, mas o Twitter também apresentou resultados interessantes. Contudo, alguns comentários surgiram no próprio Facebook, o que limitou um pouco do compartilhamento, estando disponível somente para os que estão integrados à minha rede de contatos. Já o blog, mesmo que a pessoa não faça parte de meu ciclo de amigos, é possível difundir a informação da postagem

Mas ainda havia um desafio: como deveriam ser produzidos e editados os vídeos jornalísticos destinados ao blog? Afinal, tanto no campo estético como no tecnológico era preciso definir um padrão ideal. Para isso, foram experimentados formatos gravados e editados a partir do próprio aparelho. Para a gravação de conteúdo, utilizou-se o aplicativo comum do iPhone. Já a edição do material produzido foi realizada no aplicativo Reel Director, versão 3.2, também comercializado para iPhone. A partir do Blog Press tornou-se possível e simples a postagem dos vídeos, respeitando, claro, as limitações tecnológicas que exigem um arquivo menor e, consequentemente, mais curto. O aplicativo publica o arquivo de foto diretamente no PICASA e de vídeo no YouTube e gera o link no texto. No final, ainda pergunta se é interessante divulgar nas contas de redes sociais previamente registradas e também publica no blog, de forma bastante simples.


Figura 4 – Postagem de vídeo produzido pelo iPhone 3GS

O aplicativo ainda oferece a possibilidade de registrar foto/vídeo em tempo real, ao postar a matéria, o que é bastante interessante para jornalismo em tempo real.


5. Considerações

A produção de conteúdo jornalístico de narrativa transmídia é viável e possível a partir de telefones celulares, já que os mesmos possuem tecnologia que permite tais tarefas. Os métodos de trabalho para postar notícias a partir de telefones celulares, contudo, sofrem alterações, pois não há alguns recursos (como o tratamento de fotos de forma avançada) e os diferenciais mobilidade e instantaneidade devem ser aproveitados.

Percebemos, com esta pesquisa, que a narrativa transmidia é uma tendência inevitável para o Jornalismo digital, pois o ambiente oferece múltiplas possibilidades de linguagem, e tais oportunidades devem ser aproveitadas para uma melhor reconstrução da notícia. A mistura de recursos audiovisuais, a utilização de imagens, arquivos de áudio e o texto jornalístico. Também é fundamental, nestes espaços, desenvolver uma estrutura que ofereça a possibilidade de “navegar” pela informação a partir de uma estrutura circular rizomática.

Por fim, com este estudo, percebemos a importância e a participação da blogosfera e das redes sociais na difusão da informação. Com a consolidação destes espaços estruturados, é fundamental aproveitar as redes sociais para difundir mensagens, e o Jornalismo não é exceção neste cenário. Contudo, ainda há uma pergunta que deverá ser respondida em futuras pesquisas: o Jornalismo transmídia é mais eficaz que o tradicional?


Referências bibliográficas

AUGÉ, M. (2007): Por una antropologia de la movilidad. Madri: Gedisa.

BAUMAN, Z. (2001): Modernidade líquida. São Paulo: Jorge Zahar Editores.

CASTELLS, M. (1999). A sociedade em rede. São Paulo: Paz e Terra.

GILLMOR, D. (2005): Nós, os media. Lisboa: Editorial Presença.

JENKINS, H. (2009): Cultura da convergência. São Paulo: Alephe.

RENÓ, D. (2010): Uma linguagem para as novas mídias: a montagem audiovisual como base para a constituição do cinema interativo. Tese de Doutorado em Comunicação – FACOM – UMESP.

RENÓ, D. (2008): Comunicação e cidadania: gritos folkcomunicacionais latino-americanos no YouTube. En OCLACC-UTPL (Comp.). Comunicación, ciudadanía y valores: re-inventando conceptos y estrategias (pp. 219-231). Loja: Livraria e Editora Padre Reus.

VILCHES, L. (2003): A migração digital. São Paulo: Loyola.